O titulo é meio que desastroso (do ponto de vista da norma culta da lingua portuguesa), mais pretende convidar o leitor para ler parte da história de uma senhora chamada Rosilene Moura Santos, hoje já com outro nome por ter obtido na justiça o divórcio.
Minha mãe se chama Rosilene, hoje têm 41 anos e sempre tem sido o motivo da minha inspiração, pois nunca deixou que faltasse o que comer para seus filhos.
Vou mais além contando o seguinte: Meu pai o senhor Francisco Carneiro sempre trabalhou e trabalha de diarista, ralou e muitas vezes fazia uma feira grande e nos deixava sem mistura, mais a minha mãe a Rosilene sempre com seus serviços buscava comprar a mistura, ou seja, a carne.
Os serviços que minha fazia não eram femininos como o que ela faz hoje, ela sabe fazer celas para cavalos e até trançar couro, em Boca do Acre ela garantia nossa “mistura” com esses serviços.
Partindo desse ponto, chego à conclusão que devo tudo a minha mãezinha que dedicava suas pernas finas a me levar a escola de bicicleta quando ainda estávamos na cidade de Boca do Acre.
Meu pai sempre foi carrasco, já a nossa mãe foi sempre a que fez a ponte, até para os primeiros namorados de minhas irmãs que são mais velhas que eu. Hoje com seus 41 anos minha mãe mora ainda no Democracia, bairro de famílias carentes e sempre me estimula a continuar.
Recentemente fui até minha mãe narrar alguns fatos, em vez de me colocar para baixo ela dizia “Você escolheu ser jornalista, levar a verdade, por isso não deve desistir agora”.
Como homenagem a todas as mulheres quero dedicar minhas palavras, a Eterna Mulher da Minha Vida, Minha mãe!
Com amor!
Gilberto Moura
Editor Chefe do Portal Quinari


O Presidente da Associação Comunitária e Coordenador da Rede Pontos de Cultura do Estado do Acre acompanhou durante essa segunda-feira agenda dos representantes da Fundação Elias Mansour ao município de Sena Madureira.
disse que se sentia realizada ao acompanhar de perto as ações do Adjunto Cultural no 2º Distrito de Sena Madureira.