quinta-feira, 8 de maio de 2008

Assembléia e IMAC debatem a solução para marcenarias em Feijó.

A diretora do Istituto de Meio Ambiente do Acre – Imac, Cleísa Cartaxo, esteve nesta terça, na Assembléia Legislativa, para esclarecer o fechamento de marcenarias e serralherias no município de Feijó. O assunto foi trazido à pauta pelo deputado Luiz Calixto (PDT), que demonstrou preocupação com o aumento do desemprego.
Na semana passada, após uma ação conjunta do órgão com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente – Ibama, os empreendimentos foram fechados com a constatação de irregularidades em relação à legislação ambiental. De acordo com a diretora do Imac, a situação é temporária, até que os empreendimentos se adequem às regras. “O Governo do Estado tem feito uma série de investimentos para garantir a regularização das empresas”.
Ela disse ainda que atualmente há problemas com a localização dessas marcenarias que podem levar à contaminação de fontes de água, por isso, o Poder Executivo está planejando a criação de um pólo moveleiro na região. Outra medida que deverá ser adotada em acordo com o Ministério Público Estadual – MPE, é o estabelecimento de termos de ajustamento de conduta a serem assinados pelos marceneiros, garantindo o cumprimento da legislação ambiental.
Atualmente Feijó possui cerca de 14 marcenarias. Segundo Cleísa, para minizar os prejuízos em no mínimo três semanas a maior parte das questões deverá ser sanada. Para o deputado Luiz Calixto, as marcenarias deveriam voltar a operar o mais rápido possível e ter um prazo maior para se adequarem a burocracia.
O líder do Governo, deputado Moisés Diniz (PC do B), acredita que a reunião foi proveitosa e os marceneiros poderão ficar tranquilos, já que logo retornarão aos trabalhos sem risco de agirem contra a lei. “O Governo do Estado mostrou aqui, que pode preservar o meio ambiente e os empregos”.

Texto: Yuri Marcel
Foto: Odair LealAgência Aleac

Nenhum comentário: