sexta-feira, 9 de abril de 2010

Educação e sociedade a oportunidade de debater os problemas do nosso convívio social

Entrei na Universidade Federal do Acre há aproximadamente um mês graças ao incentivo da Professora Márcia Fittipaldy que no meu momento de indecisão me ajudou a escolher a Licenciatura de Letras Francês para que eu pudesse conquistar um nível superior.

Naquele momento de inscrição atentei-me que seria uma ótima oportunidade enriquecimento cientifico e técnico que tem me levado a ser mais coerente e também mais critico.

Essa semana na aula de Educação e Sociedade entramos de corpo e alma no debate, criticamos o sistema e fiz meus colegas de turma lembrar que a educação de qualidade não é um favor que os governos fazem e sim uma obrigação contida na Constituição desse Brasil.

Levamos para o lado pessoal e alcançamos o ponto chave do debate que a Professora queria: “Qual o nosso papel enquanto futuros professores?”

Ali tivemos diversas opiniões e aproveitei para dar meu testemunho do papel importante que pessoas da educação exerceram e exercem na minha vida, a exemplo da minha querida Reginalda.

Lembro – me que professores, funcionários e outros em épocas passadas na escola Brigadeiro perseguiam a professora Reginalda por me conceder um espaço que acabou me formando para o mundo.

Compreendo que a profissão professor é uma das mais belas possíveis quando exercida de forma humana no sentido de transformar essa injusta sociedade.

Percebo que desde a criação da escola foi estabelecida uma barreira, entre esta instituição e seu papel social, que parecem mais adversários do que aliados.

A educação, a escola, o professor devem exercer papel transformador na vida social de um povo, instigando os jovens a serem críticos e participativos e não sendo submissos.

O bom mestre é aquele que olha no olho, que sente na pele os problemas do aluno, ou que pelo menos busca um amplo entrosamento com aquelas que o cercam.

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