Entrei na Universidade Federal do Acre há aproximadamente um mês graças ao incentivo da Professora Márcia Fittipaldy que no meu momento de indecisão me ajudou a escolher a Licenciatura de Letras Francês para que eu pudesse conquistar um nível superior.
Naquele momento de inscrição atentei-me que seria uma ótima oportunidade enriquecimento cientifico e técnico que tem me levado a ser mais coerente e também mais critico.
Essa semana na aula de Educação e Sociedade entramos de corpo e alma no debate, criticamos o sistema e fiz meus colegas de turma lembrar que a educação de qualidade não é um favor que os governos fazem e sim uma obrigação contida na Constituição desse Brasil.
Levamos para o lado pessoal e alcançamos o ponto chave do debate que a Professora queria: “Qual o nosso papel enquanto futuros professores?”
Ali tivemos diversas opiniões e aproveitei para dar meu testemunho do papel importante que pessoas da educação exerceram e exercem na minha vida, a exemplo da minha querida Reginalda.
Lembro – me que professores, funcionários e outros em épocas passadas na escola Brigadeiro perseguiam a professora Reginalda por me conceder um espaço que acabou me formando para o mundo.
Compreendo que a profissão professor é uma das mais belas possíveis quando exercida de forma humana no sentido de transformar essa injusta sociedade.
Percebo que desde a criação da escola foi estabelecida uma barreira, entre esta instituição e seu papel social, que parecem mais adversários do que aliados.
A educação, a escola, o professor devem exercer papel transformador na vida social de um povo, instigando os jovens a serem críticos e participativos e não sendo submissos.
O bom mestre é aquele que olha no olho, que sente na pele os problemas do aluno, ou que pelo menos busca um amplo entrosamento com aquelas que o cercam.
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