terça-feira, 14 de junho de 2011

Quando as vitimas se transformam nos vilões!

Fiz um curso recentemente de mais de 40 horas pela Universidade Federal do Acre através do Núcleo de Estudos da Criança e Adolescente e pude compreender quando e como funciona a violência, abuso e outros crimes contra a dignidade sexual de meninos e meninas considerados pela lei como vulneráveis.

Nesse curso constatou-se que Senador Guiomard aparece mal na foto quando está associado à pedofilia e outros crimes. Ou seja, no nosso município existi inúmeros casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes.

Quinari é uma cidade de muro baixo, onde o que se apronta se sabe e todos aqui conhecem muito bem quem pratica esse tipo de crime, bastava às autoridades terem desejo e moral para investigarem.

Como pode um Conselho Tutelar fragilizado em sua formação e no seu caráter investigar casos que envolvem integrantes da “Rede de Proteção” contra crianças e adolescentes? Esse tem sido meu questionamento nos últimos dias.
Fiz uma fala e critiquei os representantes do povo, autoridades de todas as esferas e orientei crianças que estavam na Praça Fontenelle de Castro lembrando o dia de combate à exploração de menores.
Tenho analisado e estudado casos nos quais as vitimas acabam virando os verdadeiros vilões. Ou seja, o mocinho se transforma no bandido e vice-versa. A luz vermelha está acesa e peço caros leitores as vossas atenções, pois poderei me utilizar desse nosso humilde espaço para denunciar situações vexatórias que estão acontecendo na nossa sociedade.

Abaixo transcrevo:

“Meninos e meninas, vocês estão na escola, eu sou cria da escola, foi lá que tive as oportunidades da minha vida, mais ouçam bem, hoje é dia 12 de junho, dia de combate a exploração do trabalho infantil, mais no Quinari não há caso registrado, por isso quero falar de outro assunto. Muito me estranha nesse dia perceber a ausência de autoridades importantes aqui nesse local, no nosso município tem casos graves, muito homem e até mulher capaz de abusar de crianças, se perceberem algo estranho, por favor, conte para mamãe ou para professora”.

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